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Extensão maliciosa do Chrome rouba chaves de criptomoedas imitando imToken

Extensão maliciosa do Chrome imita a marca imToken para roubar chaves privadas e frases de seed de carteiras de criptomoedas. Socket revela detalhes da campanha de phishing.

Descoberta e escopo

O Socket’s Threat Research Team descobriu uma extensão maliciosa do Google Chrome chamada "lmΤoken Chromophore" que se passa por um visualizador de cores hexadecimais, mas na verdade rouba credenciais de carteiras de criptomoedas. A extensão se faz passar pela marca imToken, que tem mais de 20 milhões de usuários globais.

Vetor e exploração

Após a instalação, a extensão ignora sua funcionalidade anunciada e age como um redirecionador leve. Seu código de fundo busca automaticamente um site-alvo de um endpoint remoto hospedado no JSONKeeper e abre uma nova aba do navegador direcionada à infraestrutura do atacante. Isso permite que os criminosos alterem o destino de phishing a qualquer momento sem precisar atualizar o código da extensão na Chrome Web Store.

Evidências e limites

Os atacantes usam homógrafos de script misto (Unicode) para substituir letras latinas padrão por caracteres cirílicos e gregos visualmente idênticos, evadindo sistemas de detecção de texto simples. A página de phishing apresenta uma interface fraudulenta de importação de carteira que solicita a frase mnemônica de 12 ou 24 palavras ou chaves privadas em texto simples.

Remediação e IOCs

Equipes de segurança devem restringir instalações de extensões em perfis de navegador sensíveis. Usuários que inseriram frases de seed ou chaves privadas devem tratar a carteira como comprometida e rotacionar os fundos imediatamente. Indicadores de comprometimento incluem o ID da extensão maliciosa "bbhaganppipihlhjgaaeeeefbaoihcgi" e o domínio de phishing "chroomewedbstorre-detail-extension[.]com".


Baseado em publicação original de Cyber Security News
Publicado pela Redação Hack Alerta com base em fontes externas citadas e monitoramento editorial do Hack Alerta. Para decisões técnicas, operacionais ou jurídicas, confirme sempre os detalhes na fonte original.