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Grupo Protege investe R$ 2,7 milhões em arquitetura Zero Trust para proteger operações críticas

Grupo Protege investe R$ 2,7 milhões em arquitetura Zero Trust com Zscaler e AK Networks para proteger operações logísticas e fintech contra ransomware e vazamentos.

Contexto estratégico e desafios de segurança

O Grupo Protege, referência nacional em soluções integradas de segurança e logística de alto valor, anunciou um investimento estratégico de R$ 2,7 milhões na modernização de sua infraestrutura de cibersegurança. A iniciativa visa fortalecer a defesa contra ameaças cibernéticas cada vez mais coordenadas e sofisticadas, especialmente em um ambiente de trabalho híbrido que exige acesso seguro a aplicações corporativas independentemente da localização dos colaboradores.

Objetivos de segurança e riscos mitigados

Ivan Burti, gerente de Segurança da Informação (CISO) do Grupo Protege, destacou que a decisão foi tomada diante de riscos severos às finanças e à reputação da organização, incluindo ataques de ransomware e tentativas de transferência indevida de valores. O projeto focou em três pilares principais: fortalecimento da segurança de acessos, prevenção contra vazamento de dados sensíveis e aplicação de políticas rigorosas de navegação web.

Arquitetura Zero Trust e tecnologias implementadas

Em parceria com a consultoria AK Networks e utilizando a plataforma da Zscaler, o Grupo Protege implementou uma arquitetura baseada no conceito de Zero Trust Network Access (ZTNA). Esta abordagem elimina a confiança implícita na rede interna, garantindo que todo acesso seja validado continuamente com base na identidade do usuário, integridade do dispositivo e contexto da conexão.

As soluções adotadas incluem:

  • ZIA (Zscaler Internet Access): Para segurança da navegação e inspeção de tráfego criptografado.
  • DLP (Data Loss Prevention): Prevenção contra vazamento de dados sensíveis.
  • ZPA (Zscaler Private Access): Acesso seguro e granular a aplicações privadas.

Ganhos operacionais e financeiros (ROI)

Os resultados iniciais do projeto já demonstram impacto positivo significativo. A otimização de licenças e a substituição de tecnologias legadas geraram um ganho direto (ROI) de aproximadamente R$ 600 mil, com estimativa de alcançar R$ 1,5 milhão em economia até a conclusão do roadmap. Além dos benefícios financeiros, houve melhoria na velocidade de acesso aos sistemas e maior consistência nas políticas de proteção, sem comprometer a produtividade dos mais de 12 mil colaboradores.

Implicações para governança e conformidade

A implementação do modelo Zero Trust reforça a postura de governança de segurança do Grupo Protege, alinhando-se às melhores práticas de mercado e reduzindo a superfície de ataque. Ao tratar nenhuma conexão como confiável por padrão, a empresa mitiga riscos decorrentes de vulnerabilidades na cadeia de suprimentos digital e compromete credenciais de terceiros.

O que os CISOs devem aprender com este caso

O caso do Grupo Protege ilustra a importância de alinhar investimentos em segurança com a transformação digital e a necessidade de operar em ambientes híbridos. A escolha de plataformas que consolidam múltiplas funções de segurança (navegação, acesso privado, DLP) permite reduzir a complexidade técnica e os custos de licenciamento, enquanto aumenta a visibilidade e o controle sobre o fluxo de dados.


Baseado em publicação original de TI Inside
Publicado pela Redação Hack Alerta com base em fontes externas citadas e monitoramento editorial do Hack Alerta. Para decisões técnicas, operacionais ou jurídicas, confirme sempre os detalhes na fonte original.