Campanha de criptominagem no Linux usa PAM para ocultar atividade do botnet XMRig
Campanha de criptominagem no Linux usa PAM para ocultar atividade do botnet XMRig, explorando recursos de autenticação para persistência e evasão de detecção.
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Reunimos nesta página as publicações do Hack Alerta relacionadas a cryptomining.
Campanha de criptominagem no Linux usa PAM para ocultar atividade do botnet XMRig, explorando recursos de autenticação para persistência e evasão de detecção.
A botnet SSHStalker explora servidores Linux com SSH aberto na porta 22, usando o protocolo IRC para comandar dispositivos comprometidos. A campanha automatizada visa lançar ataques DDoS, minerar criptomoedas e realizar proxyjacking, apagando logs para evadir detecção. Suspeita-se de origem romena.
Implantações de aplicações de treino deliberadamente vulneráveis em contas cloud corporativas foram abusadas para cryptomining. Risco decorre da falta de segregação, permissões excessivas e exposição pública. Recomenda‑se segregar ambientes, limitar IAM e monitorar anomalias de custo e uso.
Ataques atribuídos ao botnet RondoDox estão explorando React2Shell em servidores Next.js para instalar cryptominers e payloads de botnet, com risco de propagação a redes IoT e ambientes corporativos. Ações de correção e detecção são urgentes.
Uma campanha observada usa credenciais IAM comprometidas para realizar mineração de criptomoedas em clientes da AWS; a detecção inicial foi feita pelo Amazon GuardDuty em 02/11/2025. A matéria relata o uso de técnicas de persistência inéditas, mas não fornece alcance numérico ou lista de indicadores específicos.
Pesquisadores relatam que a campanha ShadowRay 2.0 explora uma falha no Ray framework para comprometer clusters de IA globalmente, distribuindo um botnet autorreplicante que combina cryptomining e roubo de dados. O texto não traz CVE, métricas nem indicadores técnicos detalhados; recomendações iniciais incluem auditoria de nós Ray, segmentação e monitoramento de telemetria.
Pesquisa citada pelo The Hacker News relata campanha chamada ShadowRay 2.0 que explora uma falha de dois anos no framework open-source Ray para transformar clusters com GPUs NVIDIA em um botnet autorreplicante de mineração de criptomoeda. Trata‑se de uma evolução de uma onda observada entre set/2023 e mar/2024; as fontes não detalham CVE, contagem de vítimas ou versões afetadas.
Pesquisadores da Oligo Security identificaram a campanha ShadowRay 2.0, que explora CVE-2023-48022 em instâncias do framework Ray para sequestrar clusters de AI e transformá‑los em fazendas de mineração. Mais de 230.000 instâncias expostas foram detectadas; atacantes usam repositórios DevOps e payloads auto‑adaptativos para persistência e evasão.