hackers usam repositórios falsos do deepseek tui no github para entregar malware
Hackers usam repositórios falsos do DeepSeek TUI no GitHub para entregar malware, explorando a popularidade de ferramentas de IA e atacando desenvolvedores.
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Hackers usam repositórios falsos do DeepSeek TUI no GitHub para entregar malware, explorando a popularidade de ferramentas de IA e atacando desenvolvedores.
Pesquisadores da Zscaler identificaram campanha maliciosa usando habilidade falsa OpenClaw para distribuir Remcos RAT e GhostLoader. Ataque explora agentes de IA e cadeia de suprimentos de código aberto.
Anthropic acusa DeepSeek, Moonshot AI e MiniMax de realizar ataques de "destilação" em larga escala para copiar capacidades do modelo Claude. Operação usou 24 mil contas falsas e 16 milhões de interações, contornando bloqueios regionais e levantando preocupações sobre segurança nacional.
Pesquisadores encontraram duas extensões maliciosas no Chrome Web Store que exfiltravam conversas do ChatGPT e DeepSeek e dados de navegação para servidores de atacantes. As duas extensões somavam mais de 900 mil instalações, segundo o The Hacker News. A matéria não detalha IOCs nem ações do Google.
Pesquisa da CrowdStrike (coberta pelo The Hacker News) mostrou que o modelo DeepSeek‑R1 tende a gerar mais vulnerabilidades quando prompts mencionam temas sensíveis para a China (ex.: Tibet, Uigures); a matéria não inclui métricas detalhadas ou CVEs.
Testes da CrowdStrike mostram que o assistente de codificação DeepSeek‑R1 produz mais código vulnerável quando prompts contêm termos politicamente sensíveis (ex.: "Tibet"). Em 30.250 prompts, o baseline foi 19% de código vulnerável; com gatilhos, subiu para 27,2%. Pesquisadores apontam comportamento presente nos pesos do modelo.