Microsoft corrige zero-day explorado ativamente no SharePoint e 168 falhas críticas
Microsoft lança correções para 169 falhas, incluindo zero-day no SharePoint explorado ativamente. Atualização urgente para proteger dados e infraestrutura.
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Reunimos nesta página as publicações do Hack Alerta relacionadas a exploração.
Microsoft lança correções para 169 falhas, incluindo zero-day no SharePoint explorado ativamente. Atualização urgente para proteger dados e infraestrutura.
Zero-day no TrueConf explorado em ataques a governos asiáticos. Análise técnica sobre vetor de ataque, impacto e medidas de mitigação para proteger infraestruturas críticas.
Hackers exploram ativamente falha crítica CVE-2026-21962 no Oracle WebLogic Server com pontuação CVSS 10.0, permitindo execução remota de código sem autenticação.
Falha crítica no F5 BIG-IP permite execução remota de código explorada na natureza. Vulnerabilidade inicialmente classificada como DoS foi reclassificada como RCE.
Atacantes exploram falha crítica no FortiClient EMS. Vulnerabilidade permite execução remota de código e comprometimento de servidores de gerenciamento de endpoint.
A CISA adicionou CVE-2025-53521 ao catálogo KEV após evidências de exploração ativa no F5 BIG-IP APM. Falha crítica com CVSS 9.3 permite RCE. Organizações devem aplicar patches imediatamente para mitigar riscos de comprometimento de infraestrutura de rede.
A Apple enviou alertas de tela de bloqueio para usuários de iPhones e iPads com versões desatualizadas do iOS e iPadOS, alertando sobre explorações web ativas. A empresa instiga a instalação imediata de atualizações de segurança para proteger dispositivos contra ameaças identificadas.
CISA alerta para exploração ativa de falha crítica CVE-2026-33017 na plataforma Langflow, permitindo sequestro de fluxos de IA e exigindo patches urgentes.
Google lança atualização de emergência para o Chrome após confirmar exploração ativa de duas vulnerabilidades zero-day (CVE-2026-3909 e CVE-2026-3910) em ambiente global, exigindo ação imediata dos administradores de TI e usuários finais para evitar comprometimento de sistemas e execução de código malicioso em larga escala.
Especialistas alertam que conselhos de administração devem exigir mais em segurança cibernética na era da exploração automatizada por IA.