Criminosos vendem contas bancárias verificadas no Telegram como serviço
Criminosos vendem contas bancárias verificadas no Telegram como serviço, usando IA e deepfakes para burlar verificações e facilitar lavagem de dinheiro global.
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Reunimos nesta página as publicações do Hack Alerta relacionadas a lavagem.
Criminosos vendem contas bancárias verificadas no Telegram como serviço, usando IA e deepfakes para burlar verificações e facilitar lavagem de dinheiro global.
Redes criminosas exploram contas fintech francesas para lavagem de dinheiro. Group-IB identifica operação estruturada com contas vendidas na dark web.
Polícia Federal deflagra operação contra grupo que desviou R$ 710 milhões via Pix, bloqueando bens e cumprindo mandados de prisão em SP e PR.
Relatórios da Hendryadrian e Infoblox descrevem o "Penguin", um mercado que oferece pig butchering como serviço (PBaaS): bases de PII, contas pré‑registradas, kits de fraude, SIMs e plataformas de pagamento anônimas. O modelo transforma golpes em produto, ampliando escala e sofisticação. A mitigação exige foco em provedores de infraestrutura, rastreamento financeiro e cooperação internacional.
A TRM Labs traçou recentes furtos de criptomoedas até a violação do LastPass de 2022, reporta o BleepingComputer. Segundo a investigação, atacantes drenaram carteiras anos após a exfiltração de cofres criptografados e lavaram parte dos fundos via exchanges russas. A matéria não divulga valores, técnicas exatas de acesso nem ações legais em curso.
A Austrália impôs sanções a hackers e prestadores de serviços cibernéticos apontados como apoiadores do programa de armas da Coreia do Norte, em alinhamento com medidas dos EUA. As matérias não trazem listagens nominais; órgãos oficiais devem publicar detalhes e indicações para bloqueios e congelamento de ativos.