Agências dos EUA, Reino Unido e Holanda expõem malware iraniano 'chosen brick'
EUA, Reino Unido e Holanda revelam detalhes do malware iraniano Chosen Brick, que usa Telegram para C&C e vigilância estatal.
16 notícia(s) relacionada(s).
Reunimos nesta página as publicações do Hack Alerta relacionadas a surveillance.
EUA, Reino Unido e Holanda revelam detalhes do malware iraniano Chosen Brick, que usa Telegram para C&C e vigilância estatal.
Operação CameraSwarm compromete 14 mil câmeras IP Dahua na Ucrânia e Rússia, destacando riscos de segurança IoT em conflitos geopolíticos.
Rússia usa ferramenta Cellebrite para vigilância após empresa cortar fornecimento. Uso contínuo levanta questões sobre controle de exportação e direitos humanos.
Campanha norte-coreana usa GitHub como canal de comando e controle em ataques LNK direcionados a organizações na Coreia do Sul.
FBI admite compra de dados de localização sem mandado judicial. Senador Ron Wyden critica prática como ultrajante e perigosa para a privacidade dos cidadãos.
Chefes de inteligência dos EUA pedem extensão da Seção 702 sem alterações, apoiando estratégia do presidente Trump e destacando importância para segurança nacional.
Hunt.io identificou um servidor de comando e controle com diretório exposto que hospedava uma implantação completa do framework BYOB. O toolkit multiestágio entrega um RAT cross‑platform com módulos de keylogging, sniffer e extração de Outlook, além de múltiplos mecanismos de persistência.
Pesquisadores analisaram amostras do spyware Predator e concluem que o fornecedor Intellexa aproveita implantações falhas para aperfeiçoar ataques, mantendo controle próximo sobre infraestrutura de C2. Faltam métricas públicas sobre alcance e alvos.
O Procurador‑Geral do Texas processou cinco fabricantes de televisores acusando coleta e venda de dados de audiência via tecnologia ACR sem consentimento. A matéria aponta práticas de monitoração e comercialização, mas não detalha nomes das empresas nem o volume de dados divulgado.
Cobertura do BleepingComputer aponta que o spyware Predator, ligado à Intellexa, empregou um novo vetor chamado “Aladdin” para ataques zero‑click: a simples visualização de um anúncio malicioso teria sido suficiente para comprometer alvos específicos. O relato não traz CVE, indicadores ou contagens de vítimas.