Ransomware DragonForce usa Microsoft Teams para ocultar tráfego malicioso
Ransomware DragonForce utiliza Microsoft Teams para ocultar tráfego de comando e controle, exigindo monitoramento avançado de tráfego de rede.
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Reunimos nesta página as publicações do Hack Alerta relacionadas a threat-hunting.
Ransomware DragonForce utiliza Microsoft Teams para ocultar tráfego de comando e controle, exigindo monitoramento avançado de tráfego de rede.
Novo malware Quasar Linux (QLNX) ataca desenvolvedores com execução sem arquivo e rootkit eBPF, comprometendo cadeias de suprimentos de software.
Pesquisadores da Proofpoint revelam que 40% das contas Microsoft 365 comprometidas têm regras de caixa de correio maliciosas criadas para interceptar e-mails e manter acesso persistente.
Pesquisadores identificaram que o cluster ShadowSyndicate passou a usar um método de "server transition" para rotacionar chaves SSH entre servidores, dificultando rastreamento. Três fingerprints principais e pelo menos 20 servidores C2 foram correlacionados a frameworks e grupos de ransomware conhecidos.
Análises recentes mostram que a impressão digital JA3 do ClientHello TLS é um indicador persistente para mapear ferramentas e infraestrutura de atacantes. Quando enriquecida com SNI, URIs e telemetria de host, JA3 permite detecção prévia de campanhas e pivot rápido para amostras e C2; isoladamente, porém, gera falsos positivos.
GreyNoise registrou 91.403 sessões de ataque contra implantações de LLMs (out/2025–jan/2026). Campanhas usaram SSRF e enumeração para mapear endpoints (varredura massiva, fingerprint JA4H). Mitigue bloqueando conexões de saída e aplicando controles em webhooks.
Analistas da Ontinue identificaram atacantes reaproveitando o agente legítimo Nezha (ferramenta de monitoramento open‑source) para operar como RAT, comprometendo centenas de endpoints. O agente roda com privilégios elevados (SYSTEM/root) e binário legítimo obteve zero detecções em 72 vendors no VirusTotal. O script de implantação apontava para C2 na Alibaba Cloud (IP 47.79.42.91). Recomendações: caçar presença de Nezha, isolar dashboards e checar
Pesquisadores da SafeBreach detectaram nova atividade atribuída ao grupo APT Infy (Prince of Persia), quase cinco anos após observações anteriores contra alvos na Suécia, Países Baixos e Turquia. A empresa afirma que a escala das operações é maior que o esperado; contudo, o item RSS consultado não traz IOCs, detalhes técnicos ou referências a vítimas brasileiras. Analistas e times de resposta devem acompanhar relatórios oficiais para obter indica
Amazon detectou um operador norte‑coreano após identificar atraso de ~110 ms nas teclas, sinal usado junto com telemetria de endpoint e cruzamento de currículo para atribuição. A empresa diz ter bloqueado mais de 1.800 tentativas similares desde abril de 2024 e recomenda checagens mais rigorosas em contratações por terceiros.
Um incidente impedindo o acesso a capacidades do portal Microsoft Defender XDR vem afetando visualização de alertas e threat hunting por cerca de 10 horas; a Microsoft afirma estar trabalhando na mitigação, mas a cobertura disponível não detalha a causa nem o alcance exato.