Fake GTA 6 demo distribui malware que rouba senhas e sessões ativas
Campanha de engenharia social distribui malware Vidar disfarçado de demo do GTA 6, roubando senhas e sessões ativas de navegadores em dispositivos Windows.
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Reunimos nesta página as publicações do Hack Alerta relacionadas a vidar.
Campanha de engenharia social distribui malware Vidar disfarçado de demo do GTA 6, roubando senhas e sessões ativas de navegadores em dispositivos Windows.
Campanha ErrTraffic usa blockchain Polygon para esconder infraestrutura de malware e engana usuários com prompts falsos de verificação (ClickFix), distribuindo payloads como Vidar e Okobot.
Análise semanal do ANY.RUN revela as 10 famílias de malware mais ativas, com destaque para Vidar, AsyncRAT e Lumma, e tendências de entrega via engenharia social.
Pesquisadores descobrem campanha de phishing GHOST STADIUM com mais de 300 domínios falsos visando torcedores da Copa do Mundo FIFA 2026, usando infostealers e engenharia social.
Malware Vidar utiliza ferramenta de ativação de software como isca para roubar credenciais e dados de carteiras de criptomoedas através de uma cadeia de infecção sofisticada.
Campanha de malware Vidar usa downloads falsos do YouTube para roubar credenciais corporativas. Intrinsec revela cadeia de infecção e técnicas de evasão.
Pesquisadores da Point Wild identificaram nova variante do malware Vidar que esconde payloads em arquivos JPEG e TXT, utilizando técnicas de execução em memória para evadir detecção e roubar credenciais de carteiras e gerenciadores de senhas.
Análises apontam que o downloader GuLoader (CloudEyE) evoluiu para usar hospedagem em serviços de cloud legítimos e código polimórfico, dificultando detecção por reputação e assinaturas. O loader distribui payloads como Remcos, Vidar e Raccoon e explora anexos ZIP/ISO com VBScript ou instaladores NSIS.
A ownCloud pediu que administradores da edição Community habilitem MFA após relatórios que atribuíram acessos não autorizados a credenciais coletadas por infostealers (RedLine, Lumma, Vidar). A empresa afirma que a plataforma não foi vulnerada; os incidentes resultaram de credenciais roubadas e configurações inseguras.
EtherHiding usa smart contracts na Binance Smart Chain testnet para hospedar e rotacionar payloads, combinado a fake CAPTCHAs que induzem vítimas a colar comandos no terminal; contratos identificados controlam entrega por cookie e permitem mudar payloads sem tocar o site comprometido.