A Wikimedia Foundation sofreu um incidente de segurança com um worm JavaScript que se autopropagava, vandalizando páginas e modificando scripts de usuários em múltiplos wikis. O código foi removido, mas expôs riscos em plataformas colaborativas.
A campanha Silver Dragon, associada ao grupo chinês APT41, usa o backdoor GearDoor e o Google Drive como canal de comando e controle para espionar instituições governamentais na Europa e Sudeste Asiático, extraindo dados estratégicos de forma furtiva.
Uma campanha de phishing ativa explora spoofing de nome de exibição para enviar e-mails falsos de suporte do LastPress, induzindo usuários a entregar suas senhas mestras em páginas de login fraudulentas. Ataque não explota vulnerabilidade técnica, mas sim a confiança do usuário.
Uma falha crítica zero-click no software de helpdesk FreeScout permite execução remota de código via e-mail, sem necessidade de autenticação ou interação do usuário. Administradores devem atualizar imediatamente.
O kit de exploits Coruna, com 23 falhas para iOS, antes usado em espionagem, agora é empregado em ataques financeiros para roubo de criptomoedas, representando uma escalada na sofisticação das ameaças móveis.
O FBI apreendeu o fórum cibercriminoso LeakBase, capturando dados de 142.000 membros e interrompendo um mercado central para ferramentas de hacking e informações roubadas.
Uma operação global coordenada pelo FBI e parceiros internacionais resultou no desmantelamento do fórum criminoso LeakBase, com apreensão de domínios e dados de usuários. O fórum era um mercado central para troca de bancos de dados roubados e informações sensíveis.
Grupos de ransomware estão usando o utilitário legítimo AzCopy da Microsoft para exfiltrar dados silenciosamente para o Azure Storage antes de criptografar sistemas, burlando ferramentas de segurança tradicionais. A técnica, documentada pela Varonis, explora tokens SAS e comandos customizados para se passar por tráfego comercial normal.
O grupo Silver Dragon, vinculado ao APT41, está conduzindo campanhas de espionagem contra governos na Europa e Sudeste Asiático, usando o Google Drive como canal de comando e controle para evadir detecção. A operação emprega múltiplos vetores de infecção e ferramentas personalizadas para roubo de dados.
Nova campanha de phishing usa links falsos de Zoom e Google Meet para instalar uma versão modificada do software legítimo de monitoramento Teramind, que rouba keystrokes, screenshots e outros dados sensíveis das vítimas.