ESET Research registrou um aumento de 30x nas detecções do MaaS CloudEyE em H2/2025, totalizando mais de 100.000 hits. A plataforma atua como downloader e cryptor para distribuir payloads como Rescoms, Formbook e Agent Tesla, com campanhas focadas em empresas da Europa Central e Oriental.
Pesquisadores da Securonix relataram a campanha PHALT#BLYX, que usa e‑mails com iscas estilo ClickFix para induzir funcionários de hotéis europeus a páginas falsas de BSoD e, ao final, entregar o RAT DCRat. Não foram divulgados números de vítimas nem IOCs completos; atenção a downloads e execuções suspeitas.
Relato do The Record descreve uma campanha que mira hotéis europeus com e‑mails de cancelamento falsos que terminam na exibição de uma página similar ao 'Blue Screen of Death'. Não há, por enquanto, números de vítimas ou IOCs públicos.
O grupo identificado como UAC-0184 tem usado o Viber para enviar arquivos ZIP maliciosos a alvos militares e governamentais na Ucrânia, segundo o 360 Threat Intelligence Center. Fontes públicas não detalham payloads, indicadores ou extensão do dano, tornando o impacto exato desconhecido.
Higham Lane School fechou temporariamente após um ataque que derrubou telefones, e-mail e o sistema de gestão. O DfE enviou equipe de resposta a incidentes; a escola orientou que ninguém faça login nos sistemas até nova ordem.
Pesquisadores relatam a botnet Kimwolf com mais de 2 milhões de dispositivos (principalmente Android TV boxes) transformados em proxies residenciais. A operação explora ADB habilitado e pools de proxies como IPIDEA para monetizar via DDoS e venda de banda.
O grupo "Crimson Collective" alega ter invadido sistemas da Brightspeed (operadora com capacidade para 7,3 milhões de domicílios) e extraído dados de clientes e funcionários, enviando amostras a pesquisadores. A Brightspeed não foi confirmada pela matéria no momento da publicação.
O grupo ShinyHunters afirmou ter invadido a Resecurity e roubado dados internos; a própria Resecurity diz que invasores acessaram apenas um honeypot com informações falsas para monitoramento. Não há confirmação independente de exfiltração ou detalhes sobre escopo e impacto a terceiros.
Sedgwick confirmou que uma subsidiária que atende a várias agências federais sensíveis está enfrentando um incidente cibernético. A cobertura aponta a conexão com contratos governamentais, mas não divulga o vetor do ataque, escopo técnico, possíveis dados comprometidos ou medidas adotadas pela empresa. Faltam respostas oficiais detalhadas sobre impacto e mitigação.
O grupo Transparent Tribe foi ligado a uma nova campanha na Índia usando um RAT entregue por atalhos Windows (LNK) disfarçados de PDFs para obter controle persistente de máquinas em entidades governamentais, acadêmicas e estratégicas. A matéria descreve o vetor e recomendações, mas não publica métricas de vítimas ou IOCs.