Chaves de API do Google em aplicativos Android expõem endpoints do Gemini a acesso não autorizado
Chaves de API do Google em aplicativos Android expõem endpoints do Gemini a acesso não autorizado, criando riscos de segurança e conformidade.
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Reunimos nesta página as publicações do Hack Alerta relacionadas a gemini.
Chaves de API do Google em aplicativos Android expõem endpoints do Gemini a acesso não autorizado, criando riscos de segurança e conformidade.
Google lança agentes de IA Gemini para monitorar dark web com 98% de precisão, reduzindo falsos positivos e detectando ameaças antes do acesso inicial.
Falha no Gemini do Chrome permitia que extensões espionassem usuários via WebView. Google corrigiu em versões 143.0.7499.192/193. Atualização é recomendada.
Chave de API do Google Cloud vazada foi usada para gerar US$ 82 mil em custos com o Gemini em 48 horas. Caso expõe riscos de configurações padrão inseguras e a necessidade crítica de limites de gastos e escopo de chaves.
Pesquisadores da TruffleSecurity descobriram que chaves de API da Google Cloud, usadas para serviços como Maps, podem ser exploradas para autenticar-se no Gemini e acessar dados privados. O Google foi notificado e está tomando medidas para bloquear chaves vazadas e ajustar permissões, enquanto desenvolvedores devem auditar suas credenciais.
Uma vulnerabilidade no Google Chrome permitia que extensões maliciosas sequestrassem a funcionalidade Gemini Live, podendo espionar usuários e roubar arquivos. A falha destacava riscos de segurança na integração entre extensões e componentes de IA do navegador.
Pesquisadores da ESET descobriram o PromptSpy, considerado o primeiro malware para Android a usar IA generativa (Google Gemini) para analisar a tela do dispositivo e adaptar seus comandos, automatizando o ataque. Ainda uma prova de conceito, ele demonstra a crescente adoção de LLMs por cibercriminosos.
Pesquisadores descobriram o PromptSpy, o primeiro malware Android a usar IA generativa (Google Gemini) em tempo de execução para adaptar seus comandos de persistência, representando um novo patamar de ameaças móveis adaptativas.
Pesquisa da Irregular Security revela que senhas geradas por ChatGPT, Gemini e Claude seguem padrões comuns, tornando-as previsíveis e menos seguras. Especialistas alertam para o risco de ataques refinados que exploram a falta de aleatoriedade verdadeira nos modelos de linguagem.
O grupo hacker norte-coreano UNC2970 está usando a IA Gemini do Google para traçar perfis detalhados de profissionais de cibersegurança e criar campanhas de phishing personalizadas com ofertas de emprego falsas, aumentando a eficácia dos ataques.