FBI alerta sobre hackers Handala usando Telegram em ataques de malware
FBI alerta sobre hackers Handala do Irã usando Telegram para ataques de malware. Tática de C2 via mensagens exige revisão de monitoramento de rede e políticas de segurança.
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FBI alerta sobre hackers Handala do Irã usando Telegram para ataques de malware. Tática de C2 via mensagens exige revisão de monitoramento de rede e políticas de segurança.
Autoridades dos EUA confirmam vínculo do grupo Handala com o governo do Irã e apreendem domínios usados em operações de guerra psicológica cibernética, marcando escalada em ameaças patrocinadas por estados.
Grupo Boggy Serpens (MuddyWater) usa Rust e IA para escalar espionagem contra diplomatas e infraestrutura crítica. Campanha atingiu América do Sul e setores financeiros.
Tentativa de hacking foi reportada no Centro de Pesquisa Nuclear da Polônia. Suspeitas apontam para Irã, mas possibilidade de bandeira falsa existe. Incidente afeta infraestrutura crítica.
Grupos de APT do Irã passam a colaborar diretamente com criminosos cibernéticos, ampliando capacidades de ataque e desafiando a distinção tradicional entre ameaças estatais e criminosas.
Internet do Irã permanece fora do ar há mais de 10 dias, com tráfego abaixo de 1%. Governo impõe desligamento total, afetando 90 milhões de pessoas e custando 35,7 milhões de dólares diários.
Meta interrompe operação de influência do Irã no Instagram que usava personas falsas para influenciar usuários americanos com mensagens políticas.
Aplicativo de oração com 5 milhões de downloads foi hackeado para enviar mensagens de rendição a militares iranianos durante ataques EUA-Israel. Operação ciberpsicológica sincronizada com apagão de internet que reduziu tráfego nacional a 4% do normal.
HarfangLab reportou em janeiro de 2026 a campanha "RedKitten", atribuída a um ator persa alinhado a interesses estatais iranianos, que mira ONGs e ativistas que documentam abusos. Informações técnicas públicas são escassas; não há IOCs ou métricas de impacto divulgadas até o momento.
Pesquisadores da SafeBreach detectaram nova atividade atribuída ao grupo APT Infy (Prince of Persia), quase cinco anos após observações anteriores contra alvos na Suécia, Países Baixos e Turquia. A empresa afirma que a escala das operações é maior que o esperado; contudo, o item RSS consultado não traz IOCs, detalhes técnicos ou referências a vítimas brasileiras. Analistas e times de resposta devem acompanhar relatórios oficiais para obter indica