Apple Corrige Vulnerabilidade no WebKit que Permite Bypass de Same-Origin
Apple corrige falha no WebKit (CVE-2026-20643) que permite bypass de Same-Origin Policy em iOS e macOS. Atualização de segurança de fundo recomendada para todos os usuários.
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Reunimos nesta página as publicações do Hack Alerta relacionadas a macos.
Apple corrige falha no WebKit (CVE-2026-20643) que permite bypass de Same-Origin Policy em iOS e macOS. Atualização de segurança de fundo recomendada para todos os usuários.
Guia técnico sobre detecção de acesso não autorizado a webcam e microfone em Windows 11 e macOS. Inclui auditoria de permissões, implicações da LGPD e recomendações de mitigação para CISOs.
Apple emite correção retroativa para falha no WebKit (CVE-2023-43010) explorada pelo kit Coruna, afetando dispositivos iOS e macOS mais antigos.
Campanha maliciosa distribui malware SHub via site falso do CleanMyMac, comprometendo carteiras de criptomoedas no macOS através de técnica ClickFix e backdoor em aplicativos Electron.
CISA adiciona 3 vulnerabilidades Apple ao KEV devido à exploração ativa. CVEs afetam macOS e iOS com risco de execução de código. Prazo de correção é 26 de março.
Pesquisadores da Kaspersky identificam falha crítica no ExifTool que permite execução remota de código em macOS via metadados de imagem. Vulnerabilidade afeta versões anteriores a 13.50 e exige atualização imediata.
O malware AMOS Stealer está sendo distribuído através de skills maliciosas do OpenClaw, enganando usuários do macOS para inserirem sua senha e permitirem a instalação. A campanha representa um novo vetor de ataque via cadeia de suprimentos de agentes de IA.
Uma campanha de engenharia social usa páginas falsas do Homebrew para distribuir o malware Cuckoo Stealer no macOS. A técnica ClickFix engana desenvolvedores para executarem comandos maliciosos no Terminal, roubando credenciais e estabelecendo persistência. A campanha emprega técnicas avançadas de evasão e visa dados sensíveis de navegadores e carteiras de criptomoedas.
O infostealer DigitStealer tem como alvo dispositivos macOS com chip M2, roubando dados de carteiras de criptomoedas e credenciais. Operado por um grupo privado, usa técnicas avançadas de evasão, incluindo um sistema criptográfico de desafio-resposta para proteger sua infraestrutura C2.
A variante 'Matryoshka' do ClickFix usa typosquatting e comandos no Terminal para enganar usuários de macOS, roubando credenciais de navegador e carteiras de criptomoedas com técnicas de evasão na memória.