Agências dos EUA, Reino Unido e Holanda expõem malware iraniano 'chosen brick'
EUA, Reino Unido e Holanda revelam detalhes do malware iraniano Chosen Brick, que usa Telegram para C&C e vigilância estatal.
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Reunimos nesta página as publicações do Hack Alerta relacionadas a telegram.
EUA, Reino Unido e Holanda revelam detalhes do malware iraniano Chosen Brick, que usa Telegram para C&C e vigilância estatal.
O NodeStealer evoluiu para um spyware invasivo com keylogger e captura de tela. Identificado em agosto de 2026, o malware usa Python e Telegram para vigilância contínua, afetando principalmente serviços financeiros e contas do Facebook.
SaferNet protocola representação na ANPD com dados de 15 mil endereços do Telegram, apontando falha sistêmica na remoção de abuso infantil e deepfakes, sob novo arcabouço legal do ECA Digital.
Investigação do CyberLab revela grupo planejando ataques a prédios públicos em Brasília via Telegram. Monitoramento identificou instruções de explosivos e ideologia neonazista. Polícia cumpriu mandados em cinco estados.
Ator ModernStealer faz alegações de venda de dados governamentais e de defesa na dark web. Investigação da StealthMole conecta identificador Session e Telegram. Não há confirmação de violação, mas riscos operacionais são altos.
Rússia acusa Pavel Durov de auxiliar terrorismo e emite mandado de prisão internacional. Telegram mantém postura de desafio. CISOs devem revisar políticas de uso de apps de mensagens e avaliar riscos de conformidade e vazamento de dados em ambiente geopolítico hostil.
Código-fonte do RAT Flying Eagle para Android circula no Telegram. 170 servidores rastreados vinculados a aplicativo falso de segurança pública chinês.
Campanha de phishing direcionada no Telegram visa ativistas bielorrussos e usuários na Rússia, utilizando engenharia social sofisticada e infraestrutura resiliente para roubo de credenciais e dados pessoais.
Grupo BlueNoroff usa contas do Telegram roubadas para distribuir malware ClickFix via reuniões falsas do Zoom. Análise de TTPs e IOCs para defesa.
Novo framework NULLZEREPTOOL usa Telegram para controlar ataques DDoS com 20 métodos e proxies rotativos. Análise da Flare revela módulos de ataque WiFi e Bluetooth, exigindo monitoramento de tráfego e bloqueio de IoCs específicos para mitigação.