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Metade das multinacionais considera ataques cibernéticos risco principal para os próximos cinco anos

Pesquisa da Howden com 500 executivos seniores indica crescimento de 35% na preocupação com ataques cibernéticos, destacando a necessidade de gestão integrada de riscos. O estudo aponta que incidentes tecnológicos e ciberataques estão entre as três maiores preocupações das multinacionais para o período de 2025 a 2030, impulsionados pela digitalização e inteligência artificial.

Um estudo da Howden revela que ataques cibernéticos e incidentes provocados pela tecnologia estarão entre as três maiores preocupações das multinacionais no período de 2025 a 2030. Segundo o ranking, os ataques cibernéticos lideram a lista, citados por 49,6% dos executivos.

Evolução da percepção de risco

Na comparação com o período de 2020 a 2025, a preocupação com ataques cibernéticos cresceu 35%. Já os incidentes provocados pela tecnologia registraram alta de 74%, o maior avanço entre todos os riscos avaliados ao longo da década. A rápida disseminação da inteligência artificial generativa é um dos fatores que explicam a escalada dos incidentes tecnológicos.

Impacto na estratégia corporativa

Riscos tecnológicos e cibernéticos estão deixando de ser temas isolados e passando a influenciar diretamente a operação e a estratégia das multinacionais. Isso exige uma abordagem mais integrada de gestão de riscos, onde a segurança da informação é tratada como um componente central do negócio, e não apenas como um custo operacional.

Desafios da digitalização

O aumento do risco cibernético reflete o avanço da digitalização e da interconexão no ambiente corporativo global. À medida que as empresas dependem mais de sistemas digitais para operações críticas, a superfície de ataque se expande, exigindo investimentos robustos em defesa cibernética e resiliência.

Recomendações para CISOs

  • Integrar riscos cibernéticos ao planejamento estratégico de longo prazo.
  • Investir em capacitação de executivos sobre ameaças digitais.
  • Adotar frameworks de gestão de riscos que considerem a IA e a automação.

Conclusão e perspectivas

A pesquisa ouviu cerca de 500 executivos seniores das áreas de risco e tesouraria de empresas dos Estados Unidos, Reino Unido e França, todas com faturamento superior a US$ 1 bilhão. Os dados indicam que a segurança cibernética deve ser priorizada na alocação de recursos e na definição de políticas corporativas para os próximos anos.


Baseado em publicação original de TI Inside
Publicado pela Redação Hack Alerta com base em fontes externas citadas e monitoramento editorial do Hack Alerta. Para decisões técnicas, operacionais ou jurídicas, confirme sempre os detalhes na fonte original.