Risco de militarizar empresas civis amplia demanda por governança de segurança
Risco de militarizar empresas civis amplia demanda por governança de segurança, com especialistas alertando para dilemas operacionais e jurídicos do hack back.
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Reunimos nesta página as publicações do Hack Alerta relacionadas a risco.
Risco de militarizar empresas civis amplia demanda por governança de segurança, com especialistas alertando para dilemas operacionais e jurídicos do hack back.
A autenticação multifator (MFA) é essencial, mas não substitui a governança de OAuth. O abuso de consentimento permite que atacantes contornem proteções e mantenham acesso persistente, exigindo monitoramento e políticas de menor privilégio para mitigação.
Pesquisadores da Hacktron demonstraram acesso não autorizado a código interno da OpenAI, revelando riscos de segurança em modelos de IA e a necessidade de fortalecer controles de acesso e monitoramento.
CISO Global da Gerdau defende que líder de segurança deve atuar como executivo de negócio para governar riscos de IA eficazmente.
Microsoft lança programa de recompensas de até $30.000 para falhas críticas de IA em Dynamics 365 e Power Platform, focando em manipulação de inferência e divulgação de dados.
Relatório SpyCloud 2026 revela que identidades não humanas são agora o principal vetor de acesso para atacantes, com 31% das organizações reportando comprometimento, superando o phishing. Apenas 36% monitoram esses ativos.
Incidentes de segurança envolvendo IA crescem 61% segundo IBM. 92% das vítimas não tinham controles de acesso e 68% não possuíam políticas de governança, expondo falhas críticas na proteção de dados sensíveis.
Lei de Resiliência Cibernética da UE exige que fornecedores de software reportem vulnerabilidades exploradas em 24 horas, impactando conformidade e segurança.
Operação fraudulenta DoppelCart utiliza 119 mil domínios para criar lojas falsas e roubar cartões de crédito, exigindo medidas de defesa avançadas no comércio eletrônico.
Artigo analisa a mudança de paradigma na responsabilização de segurança, onde o CEO assume a culpa por falhas de gestão, não apenas o CISO.