A operação ForumTroll retomou ataques direcionados a cientistas políticos com e‑mails que simulam relatórios de plágio; o ZIP entregue contém um atalho .lnk que dispara um PowerShell para baixar um loader OLLVM e implantar o framework Tuoni. Persistência é estabelecida via COM Hijacking; IOCs incluem domínios em fastly.net e e-library[.]wiki.
Operação do grupo BlindEagle mirou uma agência do Ministério de Comércio da Colômbia, usando conta interna comprometida e anexo SVG para entregar payloads fileless que culminaram na injeção do DCRAT em MSBuild.exe.
Relatório da Cato Networks, republicado no Cyber Security News, alerta que caixas de monitoramento de strings com Modbus/TCP exposto (porta 502) permitem a atacantes cortar ou reduzir produção de usinas solares em minutos.
NoName057(16) usa DDoSia, um projeto crowdsourced que recruta voluntários via Telegram para lançar DDoS contra alvos NATO e europeus. Infraestrutura em duas camadas, alta rotatividade de C2 e predominância de ataques TCP e camada de aplicação em portas 443/80.
Exploração ativa de CVE-2025-59718 e CVE-2025-59719 permite logins SSO não autenticados em appliances Fortinet com FortiCloud SSO habilitado. Atacantes teriam acessado contas administrativas e exportado configurações; Fortinet liberou patches e a recomendação é desabilitar o SSO e atualizar imediatamente.
Campanha PCPcat comprometeu mais de 59.000 servidores em menos de 48 horas explorando vulnerabilidades em Next.js/React (CVE-2025-29927 e CVE-2025-66478). O malware extrai credenciais e instala tunelamento para manter acesso persistente.
Analistas identificaram que o grupo Storm-0249 evoluiu para initial access broker e usa DLL sideloading em processos de EDR assinados (ex.: SentinelAgentWorker.exe) para permanecer furtivo, estabelecer C2 e preparar acesso para afiliados de ransomware. Recomenda-se análise comportamental e revisão de exclusões do EDR.
Análise da SentinelOne indica que o RaaS VolkLocker (CyberVolk 2.x) contém artefatos de teste com chave mestra hard‑coded, permitindo descriptografia sem pagamento em amostras afetadas. Origem do RaaS registrada em agosto de 2025.
CVE-2025-55182 ("React2Shell") explora desserialização insegura no protocolo React Server Components Flight para RCE em implantações React/Next.js. Campanhas automatizadas usam probes PowerShell e técnicas de bypass do AMSI; defensores devem priorizar patching, monitoria por comandos aritméticos e isolamento de serviços até correção.
JSCEAL é um infostealer em evolução que usa malvertising e infraestrutura redesenhada para entregar payloads em Windows. Operadores adotaram domínios de palavra única, gating por user‑agent PowerShell e técnicas que dificultam análise; recomendações incluem restringir PowerShell e monitorar C2.