Google lançou patch de emergência no Chrome (versões 143.0.7499.109/.110) para corrigir o zero‑day Issue 466192044, cuja exploração foi confirmada em ambiente real. A atualização também corrige dois problemas médios (CVE-2025-14372 e CVE-2025-14373). Atualize e relance o navegador.
Huntress relata exploração ativa do React2Shell — vulnerabilidade de gravidade máxima em React Server Components — para instalar criptominers e novas famílias de malware, como o backdoor PeerBlight e o túnel CowTunnel. O alcance e número de vítimas não foram divulgados publicamente.
Promotores dos EUA indiciaram Victoria Dubranova por suposto apoio aos grupos hacktivistas pró‑Rússia CARR e NoName. As denúncias atribuem participação em campanhas que atingiram infraestruturas críticas — incluindo sistemas de água, eleitorais e instalações nucleares — e indicam pena superior a 25 anos se houver condenação. Fontes não divulgaram provas técnicas ou número de vítimas.
Campanha descoberta por Huntress usa conversas públicas em ChatGPT e Grok para instruir usuários de macOS a colar comandos no Terminal que decodificam um script e instalam o AMOS Stealer. O ataque evita Gatekeeper, emprega dscl e sudo -S para escalonamento e persiste via LaunchDaemons. Equipes devem monitorar dscl/osascript e bloquear execuções codificadas.
CISA adicionou CVE-2025-6218 (WinRAR) ao catálogo de vulnerabilidades exploradas; trata‑se de path traversal com CVSS 9.8 que permite extração fora da pasta e execução de código. Agências têm até 30/12/2025 para aplicar correção.
Relato do Dark Reading aponta que ataques de ransomware atingiram fabricantes, varejistas e órgãos do governo no Japão; muitas organizações levaram meses para recuperar operações. A matéria não detalha variantes, número de vítimas ou vetores de intrusão.
Analistas da Acronis descrevem evolução do Makop: operadores combinam brute‑force em RDP, exploração de drivers assinados (BYOVD) e ferramentas de bypass (GuLoader) para obter privilégios de kernel, desativar EDR/AV e extorquir vítimas. O relatório lista CVEs usados e recomenda mitigação urgente de RDP e atualizações de drivers.
Pesquisadores identificaram o ransomware Akira em campanhas que visam hosts de Hyper‑V e VMware ESXi, permitindo aos atacantes cifrar múltiplas máquinas virtuais a partir do hypervisor. O malware usa credenciais comprometidas e explora falhas de configuração, desabilitando backups e removendo snapshots para maximizar impacto.
Pesquisadores identificaram o uso de ferramentas nativas do Windows e do próprio EDR por um initial access broker identificado como Storm-0249 para carregar malware e estabelecer persistência antes de operações de ransomware. A técnica explora a confiança em utilitários legítimos e exige revisão de allowlisting, regras comportamentais no EDR e segmentação de rede.
Campanha de vishing identificada usa chamadas forjadas no Microsoft Teams e o utilitário QuickAssist para conseguir acesso remoto e instalar um .NET malware que executa payloads em memória. O fluxo envolve domínios maliciosos e cifragem AES-CBC; detecção e bloqueio de domínios e restrição de suporte remoto são recomendados.