A Splunk descreveu o CastleRAT, um novo RAT para Windows com builds em Python e C. O malware usa RC4 com chave embutida para C2, coleta dados de sistema e exfiltra informações via clipboard, simulando eventos de teclado para reduzir ruído de rede. Times devem monitorar conexões externas, tráfego RC4 e atividade de clipboard.
Relatos sobre um ataque Aisuru mitigado por Cloudflare apresentam números divergentes: título menciona 29 Tbps enquanto o corpo cita 14.1 Bpps. As informações públicas não esclarecem a equivalência entre as métricas nem detalham vetores ou contagens de vítimas.
Reportagem aponta exploração ativa de uma vulnerabilidade de command injection em dispositivos Array AG Series VPN, com implantação de webshells e criação de contas administrativas rogue. A publicação não lista CVE nem versões afetadas; recomenda auditoria e mitigação imediata.
A CISA alertou sobre ataques em andamento da família Brickstorm, que visam ambientes VMware vSphere em organizações governamentais e de tecnologia. A cobertura indica ligação de atores a um Estado (citada como China) e presença de um backdoor, mas não há, no resumo divulgado, detalhes técnicos, CVEs ou métricas de impacto — espera-se um advisory oficial para indicadores e mitigação.
Cobertura do BleepingComputer aponta que o spyware Predator, ligado à Intellexa, empregou um novo vetor chamado “Aladdin” para ataques zero‑click: a simples visualização de um anúncio malicioso teria sido suficiente para comprometer alvos específicos. O relato não traz CVE, indicadores ou contagens de vítimas.
Operação do grupo Silver Fox usa SEO poisoning e um falso instalador do Microsoft Teams para distribuir ValleyRAT (Winos 4.0) contra organizações na China; a campanha inclui elementos de false-flag para confundir atribuição.
Dois ex-contratados federais da Virgínia foram presos e acusados de conspirar para roubar informações sensíveis e apagar até 96 bancos de dados governamentais, segundo reportagem da BleepingComputer. As matérias informam prisões e acusações criminais, mas não detalham todas as agências afetadas nem as técnicas usadas; a investigação criminal e auditorias contratuais seguem em curso.
Pesquisadores expuseram operadores do Lazarus (Famous Chollima) usando identidades alugadas e máquinas virtuais disfarçadas para infiltrar empresas ocidentais; observou-se uso de Astrill VPN, AnyDesk, Google Remote Desktop e extensões de automação.
Uma cadeia de exploração em iOS — envolvendo CVE‑2023‑41993, CVE‑2023‑41992 e CVE‑2023‑41991 — foi vinculada a operações de spyware mercenário que entregam payloads PREYHUNTER para vigilância persistente. Google Cloud identificou a cadeia em dispositivos no Egito; o vector inicia com um link em Safari e escala a privilégios de kernel.
Um ataque DDoS recorde atribuído ao botnet Aisuru alcançou 29.7 Tbps e ~14,1 bilhões de pps; Cloudflare relata mitigação em segundos e registra aumento de eventos hiper‑volumétricos, com o botnet estimado entre 1–4 milhões de dispositivos e partes do recurso sendo ofertadas para aluguel.