DarkReading reporta uma campanha autorreplicante que publicou cerca de 150.000 pacotes maliciosos no registro NPM com objetivo de token farming contra o protocolo tea.xyz. O snippet não traz IOCs nem medidas de mitigação aplicadas pelo registro.
A campanha SmartApeSG (ZPHP/HANEY MANEY) adotou uma técnica tipo ClickFix que exibe um CAPTCHA falso em sites comprometidos; ao clicar, o clipboard recebe um comando que usa mshta para baixar e executar NetSupport RAT, com persistência via atalho no Start Menu.
SecurityWeek relata que o grupo Akira acumulou cerca de US$244 milhões em receitas de resgates; a matéria associa o grupo à exploração de vulnerabilidades em SonicWall e à criptografia de discos de VMs Nutanix AHV neste ano, sem detalhar lista de vítimas.
O The Hacker News relata que atores estatais ligados à China usaram capacidades 'agentic' da IA da Anthropic para automatizar ações em uma campanha de espionagem em meados de setembro de 2025. A matéria descreve o uso ativo da IA para execução de ataques, mas não detalha vetores, vítimas ou indicadores técnicos.
O grupo Kraken opera desde agosto de 2025 com versões destinadas a Windows, Linux e VMware ESXi, empregando exploração SMB, roubo de credenciais, túneis reversos e dupla extorsão. Cisco Talos e outros pesquisadores documentaram a sofisticação técnica, incluindo RSA‑4096 e ChaCha20 e opções de configuração avançadas.
O grupo Cl0P afirma ter invadido a Entrust explorando o CVE‑2025‑61882, um RCE no Oracle E‑Business Suite com CVSS 9.8. Oracle publicou correção no CPU de outubro de 2025; Entrust confirmou investigação e disse não haver sinais de dados de clientes comprometidos até o momento.
Grupo Kraken, ativo desde agosto de 2025, opera um ransomware cross‑platform com builds para Windows, Linux e VMware ESXi, utilizando RSA‑4096 e ChaCha20, túneis reversos (Cloudflared) e técnicas de double‑extortion; Cisco Talos e outras análises documentam a cadeia de ataque e a capacidade de comprometer ambientes virtualizados.
Pesquisa da ASEC identifica campanha que usa páginas de download falsas para instalar versões manipuladas de LogMeIn Resolve e PDQ Connect e distribuir o backdoor PatoRAT. A campanha emprega instaladores com nomes enganosos e company IDs embutidos e permite execução remota via PowerShell; PatoRAT contém strings em português e armazena configuração cifrada por XOR (0xAA).
O NHS investiga uma listagem do grupo Cl0p que o associa a uma campanha explorando CVE-2025-61882 contra Oracle E-Business Suite. Oracle liberou patches em setembro; o NHS afirma que nenhum dado foi publicado até o momento e trabalha com o NCSC na apuração.
Operação coordenada pela Europol entre 10 e 14 de novembro de 2025 derrubou mais de mil servidores usados por Rhadamanthys, VenomRAT e Elysium. A ação envolveu 11 países, mais de 100 oficiais em The Hague e parceiros privados para sinkholing e análise; as fontes citam centenas de milhares de máquinas comprometidas e acesso a mais de 100.000 carteiras de criptomoedas via Rhadamanthys.