Campanha usa deepfakes em chamadas via Zoom/Teams, divulgadas por Telegram, para convencer holders de Bitcoin a instalar "plugins" maliciosos. O malware permite roubo de carteiras e tomada de contas; ataques exploram confiança social, não falhas técnicas nas plataformas de reunião. Proceda com verificação cruzada antes de instalar software solicitado por chamadas.
Operação de phishing atribuída ao grupo ShinyHunters usa domínios falsos simulando serviços de mais de 100 organizações (Atlassian, Canva, Epic Games, HubSpot, Moderna, ZoomInfo, WeWork). A campanha busca capturar credenciais e tokens, com potencial para fraudes e uso posterior em acessos não autorizados. Medidas de mitigação incluem takedown de domínios, revisão de tokens e reforço de MFA.
Campanha 'Gopher Strike' dirigida a órgãos do governo indiano usa PDFs falsos e um conjunto modular (GOGITTER, GITSHELLPAD, GOSHELL) que consulta repositórios privados do GitHub como canal de C2, terminando na entrega de Cobalt Strike.
Pesquisadores atribuíram uma tentativa falhada de ataque com wiper à rede elétrica da Polônia ao grupo APT Sandworm. O relatório menciona o alvo e a natureza destrutiva do malware, mas não detalha operador afetado, escopo nem vetores usados. Faltam confirmações oficiais e indicadores técnicos públicos.
O grupo Nova afirma ter comprometido a KPMG na Holanda e exfiltrado dados, com indexação em 23/01/2026 e um prazo de dez dias para negociação. A KPMG não confirmou o incidente publicamente; faltam detalhes técnicos sobre escopo dos dados.
Pesquisadores rastrearam a Operation DreamJob, atribuída ao grupo Lazarus, que visa fabricantes europeus de drones. A campanha usa ofertas de emprego falsas, documentos trojanizados, DLL side‑loading e trojanização de software open‑source para entregar o RAT ScoringMathTea — encriptado em disco e decriptado só em memória — permitindo exfiltração de propriedade intelectual. As fontes não divulgaram IOCs públicos nem nomes das empresas afetadas.
Campanha ativa entre novembro de 2025 e janeiro de 2026 abusou de páginas hospedadas na Vercel para entregar uma cópia assinada do GoTo Resolve como ferramenta de acesso remoto. A cadeia usa browser fingerprinting e filtragem via Telegram para selecionar vítimas e evitar pesquisadores.
Pesquisadores da Huntress documentaram exploração ativa da CVE‑2025‑51683 em Mjobtime v15.7.2: requisições POST ao IIS habilitam xp_cmdshell no MSSQL, permitindo execução de comandos de sistema e oferecendo foothold para movimento lateral.
Pesquisadores da Fortinet reportaram uma campanha de phishing em múltiplas etapas que atinge usuários na Rússia, combinando o trojan Amnesia RAT com cargas de ransomware. O ataque parte de documentos empresariais aparentemente legítimos. Ainda não há dados públicos sobre o número de vítimas, IOCs completos ou a família específica de ransomware empregada; equipes de segurança devem acompanhar novas divulgações para obter hashes e domínios identifi
Relatos públicos atribuem ao grupo Sandworm uma tentativa de ataque à rede elétrica da Polônia no fim de dezembro de 2025, com uso do malware DynoWiper. Autoridades dizem que a ação foi detectada e impedida; não há, porém, relatório técnico público consolidado sobre vetores, IOCs ou extensão do comprometimento.