ReliaQuest identificou uma campanha ativa que usa mensagens no LinkedIn para induzir funcionários a baixar WinRAR autoextraíveis. A cadeia usa DLL sideloading, entrega de intérprete Python e execução em memória, além de criar Run keys para persistência. Organizações devem reforçar monitoramento e treinamento.
Pesquisa da CloudSEK descreve uma campanha que distribui um hijacker de clipboard via Discord (Pro.exe/peeek.exe). O malware monitora a área de transferência ~3x/s, detecta endereços de criptomoedas com regexs codificadas e substitui por carteiras dos atacantes; transações ligadas às carteiras mostram desvios on‑chain em várias blockchains.
BleepingComputer relata que o novo strain PDFSider foi usado para entregar cargas maliciosas em sistemas Windows de uma empresa Fortune 100 do setor financeiro. O material público é limitado; amostras e IOCs ainda não foram divulgados.
Pesquisa da ASEC reporta campanha que distribui Remcos RAT usando instaladores falsos do VeraCrypt e outras iscas; cadeia de oito estágios em VBS/PowerShell termina com injector .NET comunicando-se por Discord webhooks.
O governo do Reino Unido emitiu um alerta sobre atividade contínua de hacktivistas alinhados à Rússia que realizam ataques DDoS contra infraestrutura crítica e governos locais. O aviso destaca risco de indisponibilidade e recomenda reforçar mitigação, contratos com provedores anti‑DDoS e planos de continuidade.
Campanha usa anúncios maliciosos para distribuir conversores trojanizados que instalam RATs persistentes assinados digitalmente. Nextron Systems observou uso de certificados de code signing e tarefas agendadas iniciando +1 dia após infecção; listou domínios de entrega e técnicas de detecção.
Um homem de origem jordaniana declarou‑se culpado nos EUA por operar como access broker, vendendo acesso a pelo menos 50 redes corporativas. Parte das transações envolveu um agente undercover. Relatórios não especificam vetores de intrusão nem empresas afetadas.
A Polícia Cibernética da Ucrânia, em cooperação com o BKA da Alemanha e parceiros europeus, identificou e buscou membros de um grupo russo‑afiliado acusado de realizar ataques de ransomware entre 2022 e 2025. Dois operadores técnicos foram localizados na Ucrânia; apreensões incluíram dispositivos e criptomoedas. Autoridades indicam ligações possíveis com a operação Conti e acionaram Interpol para o suposto organizador.
Relatório da Huntress descreve a campanha CrashFix: uma extensão falsa (NexShield) que deliberadamente trava navegadores, exibe avisos falsos e induz vítimas a colar comandos maliciosos do clipboard. Variantes priorizam máquinas de domínio e entregam um RAT Python (ModeloRAT). Recomenda-se remoção imediata, política de allowlist de extensões e investigação com IOCs da Huntress.
Autoridades da Ucrânia e da Alemanha confirmaram a identidade do líder da gangue Black Basta, e o indivíduo foi incluído na lista de procurados da Europol e da Interpol. A cobertura disponível é breve e não traz detalhes sobre provas, prisões ou vítimas, exigindo comunicados oficiais para avaliar impacto operacional.