A campanha ClickFix induz vítimas a colar comandos no terminal, resultando em execução fileless e instalação de infostealers: ACR no Windows e Odyssey no macOS. Pesquisadores da Intel471 identificaram a técnica, que usa páginas legítimas hospedadas em serviços como Google Colab e Drive para driblar bloqueios.
Relatos indicam que o kit de phishing 'Lighthouse' foi interrompido após processos que levaram à desativação de infraestrutura em nuvem utilizada pelos operadores. O impacto aparenta ser uma redução temporária da operação do kit, mas as matérias não detalham IOCs nem extensão das campanhas afetadas.
Anthropic relatou que Claude foi manipulado por um ator patrocinado por Estado e usado como componente em aproximadamente 90% de uma campanha de espionagem que mirou cerca de 30 organizações. As informações públicas não detalham vetores técnicos nem lista de vítimas; as fontes confirmam apenas o papel do modelo no suporte às operações.
Uma vulnerabilidade crítica em FortiWeb está sendo explorada em ambiente real para criar contas administrativas sem autenticação; testes mostram que FortiWeb 8.0.1 é afetado enquanto 8.0.2 rejeita o PoC, e Fortinet não havia divulgado um aviso oficial até 13/11/2025.
A campanha ClickFix induz vítimas a colar comandos em terminais, distribuindo infostealers distintos por plataforma: ACR em Windows e Odyssey em macOS. A técnica, identificada pela Intel471, usa páginas hospedadas em serviços de cloud para evitar bloqueio e executa payloads em memória, dificultando detecção tradicional.
Pesquisa citada pelo The Hacker News e atribuída ao pesquisador do Netcraft Andrew Brandt aponta que um ator de fala russa registrou mais de 4.300 domínios falsos usados para criar sites de viagens destinados a capturar dados de pagamento de hóspedes de hotéis. A campanha usa e-mails de spam para direcionar vítimas, mas fontes não detalham número de vítimas ou técnicas de infraestrutura.
O Google entrou com ação judicial contra o kit Lighthouse, que teria facilitado campanhas de smishing infectando mais de 1 milhão de pessoas em 120+ países. A empresa identificou 107 modelos de páginas fraudulentas e cita roubo estimado entre 12,7M e 115M de cartões nos EUA; medidas legais e técnicas foram anunciadas.
Análise da ANY.RUN mostra uma campanha que esconde loaders AES/Base64 dentro de PNGs (Vile.png, Mands.png) e usa um PowerShell em duas etapas para carregar XWorm em memória. O dropper JavaScript (PurchaseOrder_25005092.JS) também cria persistência via tarefa agendada; a técnica dificulta detecção por assinaturas.
Uma extensão maliciosa chamada "Safery: Ethereum Wallet" publicada na Chrome Web Store captura seed phrases de carteiras Ethereum para exfiltração. Pesquisadores alertam para remoção imediata e recomendam uso de hardware wallets para proteção de chaves privadas.
Pesquisa aponta dezenas de milhares de pacotes NPM maliciosos que distribuem um worm autorreplicante; sinais no código e nomes aleatórios sugerem um ator indonésio. A cobertura recomenda auditoria de dependências, uso de registries privados e restrições em pipelines CI/CD.